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Notícias

Queda histórica nas poupanças das famílias
Desde 1999 que os portugueses não poupavam tão pouco, tendo atingido apenas os 4,5% no primeiro trimestre de 2019. Esta dificuldade em poupar deixa as famílias portuguesas vulneráveis a qualquer imprevisto, para além de que causa forte impacto na economia nacional.

Portugal tem uma das taxas de poupança mais baixas da União Europeia. Segundo as estimativas da Comissão Europeia, que se apoia em dados do Instituto de Estudos Económicos (IEE), é na Suécia, na Alemanha e na Holanda, por esta ordem, que a taxa de poupança é maior. A média da UE encontra-se nos 9.8%, quando há cinco anos estava nos 11%, o que faz com que Portugal se situe bem abaixo desta média europeia.

No relatório de 2018 "European Payment Consumer Report", é possível concluir que os portuguesas apenas conseguem poupar cerca de 80 euros por mês, o que se encontra muito longe dos 385 euros que são a média europeia.

As famílias poupam, essencialmente, por proteção, por terem receio de não conseguir fazer face a um acontecimento inesperado, daí que a poupança tenha aumentado um pouco no período entre 2009 e 2012 que coincidiu com o pico da crise económica e as famílias poupavam mais para poderem enfrentar qualquer imprevisto, ou para terem como sobreviver no caso de perderem alguma fonte de rendimento devido aos elevados números do desemprego.

A verdade é que a partir de 2014, com a melhoria das condições económicas, o consumo tem crescido de forma significativa, excedendo o crescimento do rendimento do rendimento disponível bruto. Num contexto de menor incerteza e de maior crescimento económico as famílias puderam tomar decisões que tinham ficado adiadas e investiram em consumo de bens duradouros, como é o caso dos automóveis.
Outro dos motivos apontados para a baixa poupança da população prende-se com o envelhecimento da população, visto que os idosos são um dos grupos etários que menos poupam.

De forma a tentar resolver este problema de poupança que torna a população vulnerável num novo contexto de crise económica, o FMI defende que devem existir incentivos fiscais de forma a combater o baixo nível de poupança em Portugal, quer das famílias, quer das empresas.
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Como nasceu a Black Friday?
Estamos em Novembro e já há umas semanas que começamos a ver alusões à Black Friday um pouco por todo lado: quer nas lojas físicas, quer em campanhas levadas a cabo pelas marcas nos seus canais de comunicação online.

Sabemos que não é uma tradição portuguesa mas que, como tantas outras, foi adoptada da cultura norte americana. Mas como surgiu este fenómeno que nos permite descontos imperdíveis em quase tudo?

Aquilo que se sabe é que as primeiras utilizações do termo "Black Friday" remontam a 1869, quando dois bolsistas de Wall Street, Jay Gould e Jim Fisk tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Nova Iorque através da especulação. O governo foi obrigado a intervir, elevando a oferta da matéria-prima, fazendo com que os preços caíssem e muitos investidores perdessem grandes fortunas. Nesse dia, foi pela primeira vez utilizado o termo “Black Friday” para descrever essa sexta-feira negra na bolsa de Nova Iorque.

O termo Black Friday, como o conhecemos hoje e associado ao Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos surge já no século XX. De acordo com alguns relatos este termo surge depois de um ano com muitas dificuldades económicas para os pequenos comerciantes - ou seja, os números a vermelho nas contas - no dia seguinte ao Dia de Ação de Graças, que calha sempre na última quinta-feira do mês de Novembro, se abria oficialmente a época das compras de Natal e os números vermelhos (negativos) se transformaram em números negros (positivos), dando origem ao termo Black Friday.
Já na década de 60, o termo “Black Friday” foi também usado pelos polícias de Filadélfia, nos Estados Unidos, para descrever o caos sentido nas ruas da cidade no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças que provoca muita movimentação por todo o país. Com o objetivo de chegar a um maior número de pessoas, as lojas foram lançando promoções, aumentado o caos já associado ao feriado.

Durante muitos anos, a “Black Friday” não ganhou relevância nacional nos Estados Unidos, estando apenas associada a Filadélfia. Só na década de 90, se tornou um fenómeno nacional, sendo que o seu pico só foi atingido no início dos anos 2000.
Não há, assim, uma certeza concreta da origem do termo, mas a verdade é que independentemente da origem, o que se sabe é que o fenómeno se expandiu para grande parte do mundo ocidental e é sempre sinónimo de descidas acentuadas de preços em todos os setores de atividade, com especial incidência nas tecnologias.
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Indústria 4.0
O termo Indústria 4.0, ou Quarta Revolução Industrial é um termo usado para referir o processo de desenvolvimento na gestão e fabrico das cadeias de produção.

A quarta revolução industrial eleva a automação do processo de produção a um novo nível, introduzindo tecnologias de produção em massa flexíveis e personalizáveis, mediante as necessidades de cada empresa. Os produtores passam a comunicar com os computadores. Esta comunicação será possível porque as mudanças rápidas que aconteceram nos últimos anos no setor das tecnologias de informação e comunicação quebraram as barreiras entre o mundo real e uma realidade virtual.

A ideia subjacente à Indústria 4.0 é criar uma rede onde as máquinas possam comunicar entre elas - processo chamado Internet of Things - e com as pessoas - processo chamado Internet of People. Desta forma, as máquinas comunicam entre elas e com os fabricantes para criar o chamado "sistema de produção ciber-físico ("cyber-physical production system - CPPS). Todos este fatores ajudam as industrias a integrar a sua realidade, numa realidade virtual e permitem que as máquinas recolham e analisem dados em tempo real e até, a tomar decisões com base nesses dados recolhidos.

Vantagens da Indústria 4.0

Optimização - Optimizar o processo de produção é uma das principais vantagens da Indústria 4.0. Isto é possível devido à comunicação enviada entre máquinas que pode reduzir para quase zero os tempos de paragem na produção.

Personalização - Criar um mercado flexível, orientado para o cliente vai satisfazer as necessidades da população de forma mais rápida e eficiente. Irá também terminar com o fosse entre o produtor e o consumidor, visto que a comunicação acontece entre os dois directamente.

Aumento da Pesquisa - A adoção das tecnologias da indústria 4.0 vai aumentar a pesquisa em inúmeras áreas coma a Segurança das Tecnologias de Informação. Esta nova indústria vai também requerer novos conhecimentos, o que faz com que a Educação tenha de se orientar para esta nova realidade.

Em resumo, a Indústria 4.0 é uma abordagem revolucionária ao processo de produção. Este conceito tem como objetivo encaminhar todos os produtores para um novo nível de optimização e produtividade, fazendo com que os consumidores possam ter acesso a produtos cada vez mais pensados para as suas necessidades específicas.
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Como serão as seguradoras nas no futuro?

Como será que um mercado tão tradicional, como é o dos seguros se vai adaptar às novas tendências nos próximos anos?

Aquilo que se prevê é que, em duas ou três décadas, a forma como os seguros são feitos seja diferente, que a comunicação dos sinistros seja, ainda, mais automatizada, e que a gestão das poupanças seja mais simples. Ainda que possa parecer um contrassenso, visto que a tecnologia está cada vez mais presente, a verdade é que as seguradoras, no futuro, tenderão a estar mais próximas dos seus clientes, na medida que lhes poderão apresentar um serviço cada vez mais personalizado.

Na verdade, aquilo que se espera de uma seguradora no futuro é que a tecnologia permita criar produtos personalizados para cada cliente de forma rápida, tendo capacidade e medir riscos, gerar cotações e emitir apólices à medida de cada cliente no espaço de poucos minutos, visto que todos os estudos demonstram que os consumidores do futuro, independentemente da área, esperam um serviço quase instantâneo. É, também, expectável que, de futuro, a relação entre as seguradoras e os seus clientes esteja assente em suportes digitais, como telemóveis "wearables", o que ajudará as seguradoras a monitorarem os riscos.

Relativamente à oferta de seguros oferecidos é natural que também surjam algumas mudanças motivadas, por exemplo pelo aumento da esperança média de vido estimado nas próximas décadas, que terá de mudar, naturalmente, a forma como estão construídos os seguros no ramo vida, de maneira a que possam continuar a ser rentáveis e acrescentando ofertas que promovam a manutenção da qualidade de vida, apostando em produtos de que potenciem a poupança.

O segredo para as seguradoras será manterem uma relação o mais próxima possível com os seus clientes, apostando, cada vez mais em tecnologia para o efeito.
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Quanto poupar para se ter uma reforma semelhante ao salário?
Esta será, com certeza, a dúvida de grande parte dos trabalhadores ativos, à medida que os anos vão passando e a reforma passa a ser uma palavra cada vez mais presente.
 
No entanto, esta preocupação não deveria ser apenas dos trabalhadores que estão a poucos anos da idade legal da reforma, mas também de trabalhadores cuja faixa etária esteja entre os 30 e os 40 anos. Na verdade, quanto mais cedo se começar a poupar (por mais longínqua) que pareça a reforma, melhor.
 
É fácil perceber, de há uns anos para cá, que Portugal se encontra com uma população envelhecida, querendo isto dizer que há mais dinheiro a sair da Segurança Social para pagar pensões (sendo que a idade média de vida continua a aumentar), do que dinheiro a entrar, através das prestações dos trabalhadores, para que o valor da reforma seja igual ao do último ordenado.
 
Se levarmos em conta um estudo feito pela DECO sobre o tema, uma pessoa que tem um ordenado atual na ordem dos 1500 euros e está a 20 anos da reforma, deverá contar com uma perda de rendimento de 638 euros quando esse dia chegar, que é o mesmo que dizer que precisaria de ter poupado, em 20 anos, 69,500 euros para assegurar o mesmo ordenado que tinha antes da reforma por 10 anos. Isto implicaria uma poupança mensal de cerca de 237 euros que, nos tempos que correm, acaba por ser quase uma miragem.
 
Para o economista da DECO, António Ribeiro, o segredo está em começar a ganhar hábitos de poupança o quanto antes, mesmo que em quantias mais pequenas, como 25 ou 50 euros por mês que, se bem aplicados, podem ascender aos valores necessários para manter o salário que tinha quando a reforma chegar.
 
É mais ou menos conhecimento geral que os portugueses arriscam pouco na altura de escolher uma solução de poupança, pelo que um Plano de Poupança Reforma (PPR) será sempre uma das melhores opções. Estes PPR’s podem assumir a forma de seguro ou fundo de investimento. Para além disso, trazem consigo uma série de benefícios fiscais pelo facto de serem usados para a reforma. E mesmo na altura de escolher um PPR é necessário escolher um de acordo com os riscos que está disposto a correr.
 
A Segurança Social lançou um simulador - http://www.seg-social.pt/noticias/-/asset_publisher/9N8j/content/novo-simulador-de-pensoes -  para que possa perceber qual será o valor da sua pensão quando atingir a idade da reforma. Esta ferramenta é bastante útil, na medida em que consegue ficar com uma ideia clara de quanto precisará poupar para manter o valor do seu ordenado quando a reforma chegar e poder escolher, conscientemente, a melhor solução de poupança para si.
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Novo Documento Único Automóvel
Entrou em vigor, no passado dia 01 de Agosto, o Novo Documento Único Automóvel (DUA). Este novo DUA é uma versão fisicamente parecida com o Cartão de Cidadão, quer no tamanho, quer no material, e tem como objetivo facilitar o acesso ao seu conteúdo, assim como ser mais facilmente transportado na carteira, evitando furtos no veículo. Este documento utiliza, também, elementos de segurança reforçados que estão incorporados no novo elemento de leitura ótica: o código “UniQode”. 

De acordo com o Ministério da Justiça “O DUA na Carteira é uma medida Simplex+ incluída no Plano Justiça +Próxima, que visa também simplificar o conteúdo informativo disponível no documento e reúne dados relativos às características do veículo e ao seu proprietário.”

Também de acordo com o Ministério da Justiça, foi reduzida a informação visível no cartão aos elementos obrigatórios e cujo preenchimento constitui regra, sendo que o resto da informação será recolhida através da leitura ótica.

De momento, apenas todos os carros que tenham recebido a primeira matrícula desde 1 de Agosto de 2019 estão abrangidos pelo Novo DUA.

Para todos os outros carros, o documento que possuem continua válido, não havendo obrigatoriedade de passar para o novo DUA. Se, no entanto, quiser requisitar o novo DUA poderá faze-lo ao balcão de um serviço de registo, IMT ou Loja do Cidadão.

Está, ainda, prevista uma App para telemóveis com sistemas operativos da Android e da Apple chamada “Documento Único Automóvel”, gratuita e de acesso offline, que através da leitura ótica do UniQode pode aceder, em formato bilingue, a toda a informação que consta do documento (mesmo a que não está visível). No entanto, esta app nunca poderá substituir a versão física do documento.
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Importância e vantagens de um Seguro de Saúde
Hoje em dia, o acesso aos seguros de saúde está, cada vez mais, democratizado e acessível a grande parte da população. Esta situação está relacionada com as inúmeras vantagens que um seguro de saúde oferece, tais como:
 
Inexistência de listas de espera
Ao contrário do que acontece no Serviço Nacional de Saúde, os tempos de espera para os subscritores de um seguro de saúde são praticamente inexistentes quando se fala de consultas, e mesmo para intervenções mais complicadas.
 
Oferta alargada
Os seguros de saúde têm uma grande rede de médicos, hospitais e clínicas que trabalham com eles, o que oferece ao subscritor uma grande variedade de escolha, não só em termos de médicos, mas também em termos de instituições de saúde.
Ainda assim, se tiver de consultar um médico que não trabalhe com o seu seguro, poderá fazê-lo e será reembolsado de uma percentagem do valor da consulta.
 
Com isto em mente, a FAMASEGUR tem ao seu dispor um seguro de saúde pensado ao pormenor para toda a família, com vantagens difíceis de equiparar:
 
Sem limite de adesão
Com este seguro, a sua atual condição de saúde não será impeditiva para fazer um seguro de acordo com as suas necessidades, visto que não tem de responder a nenhum questionário médico na altura da adesão. Para além disso, as doenças pré-existentes antes de realizar o seguro, estarão, também, cobertas pelo mesmo.
 
Sem limite de idade
Contrariamente ao que é habitual, a idade não é um fator de exclusão, nem significa prémios com valores insuportáveis para a maior parte dos subscritores, pelo que poderá subscrever este seguro em qualquer idade.
 
Sem exclusão de doenças graves
Com este seguro nenhuma doença que possa vir a surgir está excluída da sua abrangência. Assim sendo, qualquer alteração involuntária no seu estado de saúde, estará sempre garantida.
 
Períodos de carência reduzidos, mesmo no parto
Os períodos de carência que este seguro de saúde oferece são consideravelmente mais baixos que a oferta existente. Esta situação é, ainda, mais visível no que diz respeito à cobertura do parto, em que o período de carência é apenas de três meses, em oposição aos tradicionais nove meses praticados por grande parte das seguradoras.
 
Sem resolução unilateral do contrato por parte da seguradora
Se subscrever este seguro, terá a certeza que a seguradora nunca poderá terminar / resolver o seu contrato se isso for contra a sua vontade. Apenas o subscritor pode escolher deixar de estar protegido.

Fale connosco e peça já mais informações sobre este seguro único no mercado.
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Planos de Poupança Reforma Europeus
De acordo com estudos da Comissão Europeia, apenas 27% dos Europeus entre os 25 e os 59 anos têm subscrito algum produto de poupança que lhes assegure a reforma para além do que o Estado possa providenciar.
 
Neste sentido, foi aprovado um acordo entre a presidência e o Parlamento Europeu com o objetivo de criar um Produto de Reforma Pan-Europeu (PEPP). Estes produtos terão as mesmas características, independentemente do Estado-Membro em que sejam subscritos, permitindo, também, a expansão internacional dos prestadores.
 
Esta proposta da Comissão Europeia estabelece as bases para um mercado de pensões pessoais europeu e assegura a uniformização das caraterísticas essências do produto. Os PEPP serão uma alternativa aos planos de pensão já existentes, sejam estatais, pessoais ou privados e não tem como objetivo substituí-los.
 
Os prestadores do PEPP serão as seguradoras, fundos de pensões, empresas de investimento, gestores de ativos e bancos. É expectável que com mais instituições no mercado, os preços se tornem mais competitivos. Por outro lado, podem subscrever estes produtos pessoas empregadas, desempregadas e até estudantes.
 
O PEPP apresenta as seguintes vantagens para os subscritores, como é o caso de uma maior escolha, no sentido em que será possível escolher de entre uma vasta gama de prestadores num ambiente mais competitivo. Será também possível escolher entre opções de investimento de menor risco e produtos de risco mais elevado.
 
Para além disso, quem aderir aos PEPP pode escolher até seis opções de investimento, que pode ser alterada ao final de cinco anos sem qualquer custo. Poderá, também, trocar de prestador, dentro ou fora do Estado-Membro, mas neste caso, já com custos associados, ainda que não elevados.
 
Outra das vantagens dos PEPP é a portabilidade, ou seja, será possível continuar a contribuir para o PEPP mesmo que se mude para outro Estado-Membro da União Europeia.
 
Existem também benefícios para os prestadores como a criação de ativos e a criação de economias de escala, o que ajudará a unificar a União do Mercado de Capitais. Para além disso, visto que o produto pode ser subscrito por qualquer pessoa de qualquer Estado-Membro, o mercado torna-se muito mais alargado.
 
Estes produtos serão supervisionados pela Autoridade Europeia dos Seguros e Pensões Complementares de Reforma (EIOPA), que também será responsável pela autorização dos PEPP e pela manutenção de um registo central em toda a União Europeia. Já a nível da supervisão dos prestadores, a mesma ficará a cargo das autoridades supervisoras nacionais de cada Estado.
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Proposta de PPR Europeu aprovada pela Comissão Europeia
Foi aprovada, pela Comissão Europeia uma proposta para a criação do produto europeu de poupança para a Reforma (PEPP), algo que poderá ser entendido como um PPR Europeu.
 
Este novo produto tem como objetivo “dar aos aforradores maior escolha quando estão a deixar dinheiro de lado para uma idade mais avançada e fornecer-lhes produtos mais competitivos”, como pode ser lido do comunicado da Comissão Europeia.
 
Os estudos da Comissão Europeia apontam para que “atualmente, apenas 27% dos europeus entre os 23 e os 59 anos se tenham alistado num produto para a reforma. O PEPP pode contribuir para desbloquear este vasto potencial e aumentar o investimento na nossa economia”, refere a Comissão Europeia.
 
Do que está previsto na proposta aprovada o PEPP poderá ser comercializado em qualquer país da União Europeia, comercializado por bancos, seguradoras, fundos de pensões, bancos de investimento ou gestoras de ativos, cumprindo um conjunto de caraterísticas.
 
Para que o novo produto se apresente ao mesmo nível competitivo dos produtos já existentes em cada país da UE, a Comissão Europeia propõe que “os Estados-Membros garantam o mesmo tratamento fiscal a este produto semelhante aos produtos nacionais existentes”.
 
Assim que for aprovado, qualquer cidadão poderá aderir a este esquema de poupança, tendo de se dirigir a uma instituição que esteja a comercializar o PEPP.
 
Este novo produto terá agora que ser discutido no Conselho e no Parlamento Europeu, antes da fase de comercialização.
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Seguro de Saúde na gravidez
Se está a pensar engravidar a curto prazo e gostava de ter um seguro de saúde para usar durante a gravidez e mesmo na altura do parto, é importante que pense em contratá-lo com a devida antecedência para garantir que vai poder usufruir do mesmo sem qualquer restrição.
 
Antes de tomar uma decisão, convém tomar conhecimento do tipo de coberturas que este tipo de seguro, por norma, proporciona.
 
Regra geral, a cobertura deste tipo de seguro ultrapassa a mera cobertura do parto normal e inclui também os exames médicos necessários durante a gravidez, como ecografias, CTG, análises ao sangue, etc; a cesariana, as consultas médicas, a diária hospitalar da mãe e do bebé, assim como as remunerações médicas, e as custas com a sala de operações (se for o caso) e medicamentos ministrados.
 
Qual é a maior desvantagem deste tipo de seguro? É o período de carência. O período de carência é o tempo durante o qual o segurado não pode ativar a utilização do seguro. Por norma, os períodos de carência associados aos seguros na gravidez vão de 9 meses a um ano, mediante as seguradores.
 
Assim, se é importante para si ter um seguro durante esta fase, tenha o cuidado de o fazer com a antecedência devida para que possa usufruir de todas as vantagens que este seguro lhe traz.
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Entrega da Declaração de IRS 2017
Já está a decorrer o prazo para entrega da declaração de IRS relativa aos rendimentos de 2016.
 
O orçamento de Estado de 2017 introduziu algumas mudanças sendo que uma delas é o facto de existir um único prazo – entre 1 de Abril e 31 de Maio – para a entrega da declaração anual, independentemente da categoria.
 
Ao contrários dos anos anteriores, em que havia um prazo diferente para a entrega do IRS em papel ou via internet, e onde havia distinção de datas de entrega para rendimentos de categoria A e H e outra data para as restantes categorias, este ano existe apenas um prazo de entrega, independentemente do formato da entrega e da categoria de rendimentos.
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Motivos para fazer Seguro de Viagem
Se o objetivo das suas férias é relaxar, nada melhor do que partir para férias com a consciência de que está protegido no caso de algum imprevisto acontecer. É precisamente para isto que serve o Seguro de Viagem ou Seguro de Férias.
 
Este seguro oferece cobertura médica em caso de acidente em qualquer tipo de transporte, assim como assegura a deslocação ou repatriamento sanitário dos feridos e doentes.
 
Estando de férias e se optar por experimentar alguma atividade mais radical, o Seguro de Viagem oferece cobertura para desportos considerados de risco.
 
No caso de o seu meio de transporte sofrer alguma avaria durante as suas férias em Portugal ou na Europa, este seguro proporciona assistência em viagem ao veículo e seus ocupantes.
 
O Seguro de Viagem oferece também cobertura na eventualidade de roubo, extravio, perda e deterioração de bagagens.
 
No que diz respeito a atrasos e cancelamentos de viagens, o segurado tem direito a indemnização e a ajuda na reclamaçãooe localização da bagagem.
 
Por fim, caso já tenha coberturas para os riscos das férias noutros seguros, poderá escolher quais as coberturas a contratar para o Seguro de Viagem.
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Seguro recheio da casa
É possível que tenha feito um seguro para a sua habitação, mas que o mesmo não cubra os seus bens. Para tal, deverá fazer um seguro de recheio da casa que lhe da cobertura em caso de roubo ou destruição dos seus bens.
 
Para o fazer, deverá fazer uma estimativa do valor total dos bens que quer ver segurados e transmitir à seguradora um valor global para segurar.
 
É natural que não se lembre com precisão do valor de cada bem. Nesse caso, faça o cálculo de quanto teria de gastar para o substituir  se tivesse de o comprar de novo, e acrescente 10% ao valor. Estes 10% funcionam como uma margem de segurança no caso de a avaliação, em caso de sinistro, não ser totalmente equiparada.
 
Para que o Seguro Recheio da Casa fique completo, deverá discriminar os Bens Especiais nos quais podem ser incluídos as joias, computadores e aparelhos de som e imagem, antiguidades, obras de arte e coleções. Estes bens deverão ser discriminados individualmente sob pena de a seguradora não lhe reembolsar mais de 1500€ por objeto, mesmo que o seu valor seja superior. No caso do seguro destes bens especiais ultrapassar 30% do recheio total coberto pelo seguro, tenha em atenção que a sua apólice poderá ser agravada entre 10% ou 20 %.
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Descobrir o Seguro pela Matrícula
Sabia que pode descobrir um seguro automóvel através da matrícula no site da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.
 
Esta funcionalidade tem várias vantagens, mas uma especialmente útil diz respeito às vítimas de prejuízos provocados por um veículo em fuga. No caso de ter identificado a matrícula, para além do tipo de seguro, pode ter acesso à seguradora e tentar iniciar o pedido de indemnização dos danos junto da mesma.
 
Para tal, deverá ir a http://www.asf.com.pt/NR/exeres/019EEB91-E357-4A7C-8BD2-B62293701692.htm, inserir a matrícula em questão e fazer a pesquisa.
 
Se a matrícula estiver registada e o seu registo se encontrar atualizado, é apresentada informação tal como: denominação do seguroa entidade seguradora, o número de apólice, e a data do seguro. 
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Seguro de Vida Crédito Habitação
Ainda que não seja obrigatório (mas extremamente comum) um seguro de vida para ter acesso ao crédito habitação, os contratos de Seguro de Vida associados ao Crédito Habitação sofreram alteração com o Decreto-Lei nº 222/2009.
 
Uma das matérias definidas por este decreto permite que o cliente escolha a Seguradora que lhe for mais favorável, e não a seguradora proposta pela entidade bancária como acontecia até então.
 
Para além disso, o novo decreto permite-lhe transferir o seguro de vida do crédito à habitação durante a vigência do contrato, desde que o seguro a contratar cumpra os requisitos estabelecidos contratualmente pelo seu banco.
 
Por norma, os contratos de crédito habitação exigem o cumprimento de uma das seguintes situações:
 
- O cliente deverá ter um seguro de vida, mas o mesmo não precisa de ser através do banco que lhe está a emprestar o dinheiro. Caso queira transferir o seguro pode faze-lo sem penalização no spread.
 
- O cliente deverá ter um número mínimo de produtos financeiros subscritos no banco (PPR, Cartões, etc). Se for este o caso, pode substituir o seguro de vida por outro produto, desde que mantenha o tal número mínimo. Nestes caso, varia consoante o banco a possibilidade de perder um pequeno grau de bonificação do spread.
 
Postas estas questões, o cliente deverá comparar o seguro atual com o novo (mesmo com eventual alteração do spread). Na maior parte dos casos, a mudança acaba por compensar.
 
Informe-se com a Famasegur procedimentos necessários para trocar o seu seguro de vida crédito habitação.
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Declaração Amigável de Danos por Água
À semelhança do que que acontece com a Declaração Amigável nos Seguros Automóvel, agora existe uma declaração amigável para danos causados por água “com o objetivo de simplificar a participação deste tipo de sinistros nos contratos Multirrisco, e junto da sua seguradora, refere a Associação Portuguesa de Seguradores.
 
Este procedimento resulta de um protocolo firmado com Associação Portuguesa de Seguradores para a gestão de sinistros de Danos por Água em Edifícios em Regime de Propriedade Horizontal e através do mesmo, a regularização de um sinistro por danos de água, ainda que provocado por algum vizinho, é assegurada ao cliente lesado pela sua seguradora, que mais tarde, reclamará o reembolso ao segurador da fração responsável.
 
Para dar início ao processo, terá de ser preenchida a Declaração Amigável de Danos por Água (DADA) pelos segurados intervenientes no sinistro. De acordo com a Associação Portuguesa de Seguradores “ficam abrangidos pelo protocolo os danos materiais diretos do lesado (excluindo despesas de peritagem) cujo valor não exceda 1.845 euros, salvo se, perante um caso concreto ambos os seguradores acordarem um valor superior.
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Não validou as suas faturas? Ainda pode reclamar.
Se, por algum motivo, não conseguiu validar as faturas no E-fatura até dia 15 de Fevereiro, saiba que pode apresentar uma reclamação ou fazer o preenchimento na declaração de rendimentos.
 
Dado o facto de nos últimos dias antes do prazo limite para validação de faturas no e-fatura, o site se encontrar com mais acessos do que supostamente conseguiria suportar, a Associação Nacional de Contabilistas enviou uma carta ao Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais a dar conhecimento da debilidade e da incapacidade do Portal das Finanças com a sobrecarga de acessos.
 
Ainda que não tenham sido reconhecidos estes problemas por parte do Governo, o ministério relembrou que quem não conseguiu fazer a validação das faturas até 15 de Fevereiro “poderão recorrer aos mecanismos disponíveis no código do IRS, designadamente reclamação ou preenchimento direto na declaração, das faturas que não tenham sido consideradas por falta de validação”.
 
Para além disso, entre 1 e 15 de Março será possível consultar e reclamar as despesas gerais e familiares, bem como as despesas com direito à dedução do IVA pela exigência da fatura, que foram comunicadas ao Fisco.
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Prazo para validação das faturas de 2016 termina a 15 de Fevereiro
Se tem por hábito pedir fatura com número de contribuinte, saiba que não é o suficiente para a sua fatura contar automaticamente como despesa redutível na sua declaração de IRS. Para além disso, deve dirigir-se regularmente https://faturas.portaldasfinancas.gov.pt/home.action, para consultar, validar ou acrescentar fatura que serão mais tarde utilizadas para calcular o seu IRS. O prazo para este procedimento termina a 15 de Fevereiro.
 
Consultar faturas:
 
Para aceder às fatura que foram submetidas deve aceder à sua página pessoal, que aparecerá depois da autenticação com o seu NIF e respetiva senha de acesso. Nesse local, terá acesso a um resumo de todas as deduções provisórias de IRS distribuídas pelas diversas categorias. Pode ver todas as faturas referentes a 2016 se clicar em cada uma dessas categorias.
 
 
Validar faturas
 
Se tiver faturas ainda por validar, as mesmas encontram-se na sua página do E-fatura com status “pendente”. Isso significa que deve validar a mesma. Terá de escolher a atividade da despesa em causa, clicando no respetivo ícone. Se não atribuir nenhuma categoria a essa despesa, a mesma fica, por defeito, na categoria “Despesas gerais e familiares”.
 
Corrigir erros
 
Para além de pedir as faturas com número de contribuinte na altura da compra, deve guardar as mesmas em papel, pelo menos até confirmarem que a mesma está correta no E-fatura. Se o que consta no E-fatura for diferente do que tem na fatura em papel, como por exemplo, o preço, deverá corrigir essa fatura, entrando na fatura em questão e clicando em “alterar”. Devem guiar-se pelos dados da fatura em papel.
 
Registar faturas
 
Por norma, as faturas emitidas pelos agentes económicos são comunicadas à Autoridade Tributária até aos dia 25 do mês seguinte à sua emissão, pelo que o aparecimento destas faturas na sua página do E-fatura deverá ser automático.
Se, por algum motivo, tiver uma fatura que não aparece na sua página, deve inseri-la. Terá de clicar em “Registar faturas” e colocar todos os elementos pedidos.
 
Tenha em atenção que se tiver filhos, deverá efetuar na conta deles todos estes procedimentos também.
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A participação de acidente agora no seu telemóvel!
e-SEGURNET 

A aplicação e-SEGURNET facilita a participação e a comunicação de um sinistro automóvel à sua seguradora.

Criada pelas seguradoras, esta aplicação é uma alternativa à tradicional declaração amigável (DAAA).

Permite ainda manter os seus dados e dos seus veículos facilmente acessíveis. A geolocalização, utilização de fotos e ajuda no preenchimento tornam a participação mais simples quando o acidente acontece!

3 Vantagens
  1. SIMPLES
    Evita erros e um preenchimento demorado com o pré registo dos seus dados e dos seus veículos.
  2. PRÁTICO
    Utiliza as funcionalidades do seu smartphone, tais como a geolocalização e a câmara, de forma a documentar melhor a ocorrência.
  3. RÁPIDO
    Informa automaticamente as seguradoras envolvidas evitando deslocações e entregas em papel.
Saiba tudo em https://www.e-segurnet.pt/
 
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Diretiva solvência II

Em janeiro de 2016 vai entrar em vigor, ao nível Europeu, a regulamentação Solvência II que promete revolucionar o mercado segurador. Esta nova diretiva traz consigo regras exigentes de análise de risco e cálculo de solvência, prevendo-se uma supervisão ativa por parte dos reguladores. 

Já estão em curso, por parte das seguradoras nacionais, as medidas que visam estas alterações. A melhor adequação do capital aos riscos assumindos irá colocar as companhias de seguros com maiores taxas de reforço de capitais próprios, a que se acresce uma reformulação de procedimentos no tratamento na recolha e tratamento de dados, o que vai exigir, obrigatoriaente, a adoção de sistemas de tecnologias de informação apropriados a esta fiscalização. 


Esta nova Diretiva trará novos desafios ao setor, mas permitirá, também, uma maior solidez financeira das companhias, sendo possível uma prevenção mais ativa por parte dos supervisores. 
Vamos acompanhar, atentamente, os desenvolvimentos dos próximos meses e de que modo estas novas regras afetarão todo o setor e a mediação de seguros.

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Carta de Condução Por Pontos
No dia 1 de junho de 2016, entra em vigor a nova carta de condução por pontos. Este artigo pretende responder às perguntas mais frequentes.
A nova carta de condução por pontos entra em vigor já no próximo dia 1 de junho e ainda há muitos condutores com dúvidas quanto ao novo sistema por pontos. Para dissipar todas as dúvidas, publicamos um conjunto de perguntas e respostas elaborado pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).
Carta de condução por pontos: O que é?
O novo modelo de carta de condução por pontos concede aos condutores 12 pontos iniciais, que vão diminuindo conforme as infrações cometidas: se o condutor fizer uma contraordenação grave, equivale a uma perda de dois pontos; se for muito grave, serão subtraídos quatro pontos ao saldo inicial. No caso de crime rodoviário, os infratores perdem seis pontos.
Quem não cometer infrações durante três anos, ganha três pontos. No caso dos condutores profissionais, os mesmos pontos serão acrescentados num período de dois anos. O saldo máximo que pode obter é de 15 pontos.
Tenho que substituir a carta de condução?
Não. Não será necessário substituir nenhum documento, nem tem qualquer custo adicional aos condutores. Os pontos são subtraídos e adicionados informaticamente.
As infrações praticadas antes de 1 de junho tiram pontos?
Não. Qualquer contraordenação praticada antes da entrada em vigor deste sistema será punida ao abrigo do regime anterior e não terá como consequência a subtração de pontos.
Quando é que são retirados os pontos após praticar a infração?
Os pontos só são subtraídos na data da definitividade da decisão administrativa ou do trânsito em julgado da sentença.
Quantos pontos são retirados em contraordenações graves?
Na ocorrência de uma contraordenação considerada grave, geralmente, são retirados dois pontos. Apenas são retirados três pontos nas seguintes contraordenações graves:
Condução sob influência de álcool, com uma taxa de alcoolemia igual ou superior a 0,5g/l e inferior a 0,8g/l ou igual ou superior a 0,2 g/l e inferior a 0,5 g/l quando diz respeito ao condutor em regime probatório (menos de três anos de carta), condutor de veículo de socorro ou de serviço urgente, de transporte coletivo de crianças e jovens até aos 16 anos, de táxi, de automóvel pesado de passageiros ou de mercadorias ou de transporte de mercadorias perigosas;
Excesso de velocidade superior a 20 km/h (motociclo ou automóvel ligeiro) ou superior a 10 km/h (outro veículo a motor) em zonas de coexistência;
Ultrapassagem efetuada imediatamente antes e nas passagens assinaladas para a travessia de peões ou velocípedes.
Quantos pontos são retirados em contraordenações muito graves?
Na ocorrência de uma contraordenação considerada muito grave, geralmente, são retirados quatro pontos. Apenas são retirados cinco pontos nas seguintes contraordenações graves:
Condução sob influência de álcool, com uma taxa de alcoolemia igual ou superior a 0,8g/l e inferior a 1,2g/l ou igual ou superior a 0,5 g/l e inferior a 1,2 g/l quando respeite a condutor em regime probatório (menos de três anos de carta), condutor de veículo de socorro ou de serviço urgente, de transporte coletivo de crianças e jovens até aos 16 anos, de táxi, de automóveis pesado de passageiros ou de mercadorias ou de transporte de mercadorias perigosas, bem como quando o condutor for considerado influenciado pelo álcool em relatório médico;
– Condução sob influência de substâncias psicotrópicas;
Excesso de velocidade superior a 40 km/h (motociclo ou automóvel ligeiro) ou superior a 20 km/h (outro veículo a motor) em zonas de coexistência.
Quantos pontos são retirados por crime rodoviário?
No caso de crime rodoviário, são retirados seis pontos.
Qual o máximo de pontos que podem ser retirados se praticar várias contraordenações em simultâneo?
Quando praticadas várias contraordenações graves e muito graves no mesmo dia, são retirados no limite 6 (seis) pontos. No entanto, se entre as condenações por contraordenação grave ou muito grave estiver em causa a condução sob influência do álcool ou sob influência de substâncias psicotrópicas, são ainda retirados os pontos respetivos (3, 5 ou 6 – consoante seja grave, muito grave ou crime).
Com o regime de carta de condução por pontos, também tenho do entregar o título para cumprir a inibição de conduzir?
Sim, os pressupostos da determinação da medida da sanção acessória mantêm-se.
Como posso ganhar pontos?
No final de cada período três anos, sem que sejam praticadas contraordenações graves ou muito graves, ou crimes de natureza rodoviária, são atribuídos três pontos ao condutor, não podendo ser ultrapassado o limite de 15 pontos.
A cada período da revalidação do título de condução, sem que sejam praticados crimes rodoviários, e o condutor tenha frequentado voluntariamente ação de formação de segurança rodoviária, é atribuído um ponto ao condutor não podendo ser ultrapassado o limite de 16 pontos. Este limite é aplicado apenas em situações em tenham sido atribuídos pontos conforme previsto no parágrafo anterior, caso contrário mantém-se o limite máximo de 15 pontos.
Os três anos, para efeitos de adição de pontos, são contados a partir da data da última infração ou da definitividade da decisão administrativa sobre esta?
Os três anos são contados a partir da data de definitividade da decisão administrativa ou do trânsito em julgado da sentença da última infração praticada (contraordenação grave ou muito grave, ou crime rodoviário).
Caso não pratique nenhuma infração, são atribuídos três pontos a 1 de junho de 2019?
Sim, até um saldo máximo de 15 pontos.
Estou no regime probatório (menos de três anos de carta). O que pode acontecer à minha carta de condução se praticar uma infração?
No caso da prática de duas contraordenações graves ou uma muito grave, o título de condução é cancelado.
Tenho 4 ou 5 pontos. E agora?
Será obrigado a frequentar uma ação de formação de Segurança Rodoviária. A falta não justificada implica a cassação do título de condução, isto é, fica sem carta de condução e terá que aguardar dois anos para a tirar novamente, suportando os respetivos custos.
Tenho 3, 2 ou 1 pontos. E agora?
Será obrigado a realizar a prova teórica do exame de condução. A falta não justificada ou a reprovação na prova implica a cassação do título de condução, isto é, fica sem carta de condução e terá que aguardar dois anos para a tirar novamente, suportando os respetivos custos.
Se ficar sem pontos, o que acontece ao título de condução?
Ao perder os 12 pontos iniciais, fica sem título de condução e fica dois anos iníbidos de voltar a tirá-lo.
Como sei quantos pontos tenho?
Para saber os pontos que tem, deverá registar-se no Portal de Contraordenações Rodoviárias
Fonte: ANSR
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